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URGEZES
 
Memória Descritiva dos Símbolos Heráldicos
Pedras – Simbolizam o apedrejamento a que foi sujeito Santo Estêvão, mártir e padroeiro desta freguesia.
Bicas jorrando água – Representam as fontes existentes na freguesia: S. Gualter, Remédios e Parede, bem como, o Fontanário do Cruzeiro e o Tanque da Vaca Negra.
Roda dentada – Caracteriza a indústria que, desde sempre, se afirma como a principal actividade económica da freguesia.
 
Caracterização
Situada na zona sul da cidade vimaranense, na direcção do monte da Penha, a freguesia de Urgezes constitui-se como uma das maiores do concelho de Guimarães, quer pelo seu vasto território quer pelo número significativo de habitantes, que de acordo com os últimos censos, (2011), regista uma população superior a 5 milhares. Com metade do território inserido na parte urbana de Guimarães e com a restante área mais rural, Urgezes alia o movimento urbano acentuado com a pacatez da ruralidade. Apesar de existir uma notória presença de tecido industrial em Urgezes, a grande força da actividade económica na freguesia é o comércio e os serviços. Urgezes tem como principais artérias rodoviárias, de ligação externa, a Circular Urbana e a Estrada Nacional 105, fazendo esta a ligação entre Guimarães e o Porto, e num trajecto mais curto liga a cidade vimaranense à de Santo Tirso. Urgezes conta na sua freguesia com aquele que, muito provavelmente, é o mais importante espaço do concelho a nível cultural, o Centro Cultural Vila Flor.
 
Síntese Histórica
Atendendo à ocupação territorial, Urgezes possui uma grande proximidade a superfícies pré e proto-históricas, nomeadamente o Monte da Penha, o Picoto de Santo Amaro, Castro de Polvoreira e Castro de Santo António, importantes legados que se situam em freguesias vizinhas. Parece certo, portanto, que nessa época este território foi ocupado por aquelas civilizações, tese que é corroborada por vestígios existentes de um povoamento castrejo no Monte da Forca. Também conhecida em outros tempos como “Villa de Colgeses”, esta freguesia começou a ser referenciada no ano de 926, sendo oriunda, portanto, de época anterior à fundação da nacionalidade portuguesa. Nesta data, conhece-se então o primeiro topónimo da freguesia, “Colgeses”, cuja referência indica “villa Candanoso et Colgeses”, presumindo-se ainda que haja aqui uma agregação de actuais freguesias próximas geograficamente. A etimologia do nome desta localidade, segundo os manuscritos do Abade de Tagilde, deriva do apelido de nobres, um segmento da população antiga que outrora se instalou na Quinta do Paço. Nas Inquirições de 1220, ordenadas por D. Afonso II, Urgezes era designada por “Sancho Stephano de Colgeses”, e em 1250, em novas Inquirições, o topónimo evoluiu para “Ecclesia Sancti Stephani de Ulgeses”. Em 1887, o autor Augusto Vieira referiu os vários lugares que compunham a freguesia, nos quais indicou Santo Estêvão de Urgezes. Em relação ao património da freguesia, destaca-se a Igreja Paroquial, um edifício extremamente moderno, de construção actual e que se sobressai, relativamente a outros no concelho, pela diferença de estilo. Porém, esta recente igreja surgiu em substituição a uma outra existente em Urgezes, de origem oitocentista.
 
Padroeiro/Festividades
Santo Estêvão (Padroeiro - 26 de Dezembro)
Peregrinação à Penha (penúltimo domingo de Maio)
 
Património Cultural Imóvel
Igreja Matriz, Igreja Paroquial, Alminhas, Cruzeiro, Fonte de São Gualter, Fonte dos Remédios, Fonte da Parede, Fontanário e Capela da N.ª Sr.ª dos Remédios - Terá sido possivelmente construída em 1554, por Pedro Gomes. Esta capela apenas mantém em relação à obra primitiva, a fachada principal, tendo características do século XVI. Em meados deste, registaram-se em Guimarães vários surtos de peste. Diz-se que em 1599, a Câmara de Guimarães, fugida da vila por causa da peste, efectuou nesta capela uma reunião, na qual nomeou Frei Gaspar das Chaves, para o cargo temporal dos pobres e doentes que a esta ocorressem. Foi reconstruída entre 1868 e 1873, tendo essa obra obedecido aos cânones da arquitectura do século XIX. Em 2009 foi transferida de local em virtude da construção da via que liga a Rotunda dos Remédios à Rua António Costa Guimarães.
 
Locais de Interesse Turístico
Igreja Matriz, Palácio de Vila Flor, Fonte de São Gualter e Estação da CP.
 
Artesanato
Olaria e figurado (Manuel Ascensão Menezes Sousa - 253 524 077)
 
Freguesia em Números                                         
Área (i): 331,48ha
Abastecimento de Água - Rede Pública (ii): 80%
Saneamento Básico (ii): 80%               
Iluminação Pública (ii): 100%
Transportes (ii): TUG, Mondinense, Transcovizela e CP
Habitantes (iii): 5259 (H-2496 M-2763)
Eleitores (iv): 4781 (H-2284 M-2497)
Alojamento (iii): 2307                          
Famílias (iii): 1847
Faixas Etárias (iii): 0/14-721 15/24-637 25/64-3035 65 ou mais-866
Habilitações (iii): Nenhuma-783 Básico-3116 Secundário-757 Superior-603
[Fontes: i. Câmara Municipal Guimarães; ii. Junta Freguesia; iii. INE Censos 2011; iv. DGAI]
 
Equipamento e Serviço Social
Sede da Junta de Freguesia (com consultas de podologia – mensalmente, hidroginástica e ginástica sénior), Creche, Centro Escolar, Jardim de Infância, Escola Básica do 1º Ciclo (com Cantina Escolar), Escola Básica 2 e 3 Ciclos (com Cantina Escolar e Gimnodesportivo), Polidesportivo, Campo de Futebol, Centro de Saúde (com Agrupamento de Centros de Saúde do Alto Ave e Unidades de Saúde Familiar) (2), Centro Social (com Creche, Apoio Domiciliário, ATL e Prolongamento de Horário Escolar), Viatura (17 lugares), Capela Mortuária, Centro de Convívio, Lar, Espaço Comercial (com Hipermercado) e Espaços para Alojamento (3).
 
Serviços
Posto de Abastecimento de Combustíveis, Farmácia, Clínica Geral, Consultório Médico, Laboratório de Análises, CTT, Banco e Multibanco.
 
Filhos Ilustres da Terra
Bernardino Jordão – Empresário (1868-1940)
Eduardo de Almeida – Escritor (1884-1958)
 
Movimento Associativo
Associação Social e Cultural de Urgezes
Telefone: 932 982 916    
Fundação: 2003
Actividades: Sociais e culturais
Corpo Nacional de Escutas – Agrupamento Nº 322
Telefone: 967 637 503    
Fundação: 1972
Actividades: Escutismo
Fraternidade Nuno Álvares – Núcleo 46
Telefone: 969 479 369     Fundação: 2008
Actividades: Escutismo adulto
GADI - Grupo de Apoio ao Doente e ao Idoso
Telefone: 964 455 779    
Fundação: 1989
Actividades: Sociais
Grupo Coral de Urgezes
Telefone: 963 747 028    
Fundação: 1974
Actividades: Cântico litúrgico
Grupo Desportivo e Recreativo “Os Amigos de Urgeses”
Telefone: 253 521 985     Fundação: 1984
Actividades: Creche, ATL, apoio domiciliário, futebol e xadrez.
Grupo de Jovens “Caminho da Verdade”
Telefone: 916 770 098    
Fundação: 2011
Actividades: Culturais e religiosas
Lar Rainha D. Leonor
Telefone: 253 522 326    
Fundação: 1986
Actividades: Lar de idosos
Mundo da Lua - IPSS
Telefone: 253 518 025    
Fundação: 2008
Actividades: Creche e jardim de infância
 
Órgão de Informação
Boletim Informativo – Freguesia de Urgezes
Propriedade/Editor: Junta de Freguesia                   
Fundação: 2010
Telefone: 253 523 769                                  
Periodicidade: Anual
 
Pároco
Francisco de Oliveira    
Telefone: 253 522 517
 
Junta de Freguesia
Morada: Rua da Maina, nº 126   4810-503 Urgezes
Coordenadas GPS: N 41º 25’35.35’’ / W 8º 17’43.20’’
Telefone: 253 523 769
Fax: 253 521 666
E-mail: geral@freg-urgezes.pt
Site: www.freg-urgezes.pt
Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª feira 14h00-20h00
Presidente: João Miguel Castro de Oliveira (1º mandato)
Secretário: Domingos Isidro Baptista do Vale
Tesoureira: Madalena Cristina Ferreira Magalhães
 
Destaque
Centro Cultural Vila Flor
Inaugurado a 17 de Setembro de 2005, o Centro Cultural Vila Flor (CCVF) foi projectado de raiz para apresentação de espectáculos de índole cultural, sendo simultaneamente um espaço multifacetado para a realização de iniciativas diversas. Encontra-se equipado com dois auditórios, quatro salas de reuniões, uma área expositiva de 1000m2, um restaurante, um café concerto, parque de estacionamento e jardins. O CCVF está instalado no Palácio Vila Flor, construído no século XVIII por Tadeu Luís António Lopes de Carvalho de Fonseca e Camões. Mais tarde, este palácio passa para a posse da família Jordão, que completou a obra iniciada por Tadeu Luís. Este edifício teve sempre um papel marcante no desenrolar da história vimaranense. Em 1853, recebeu a Rainha D. Maria II que, por decreto de 23 de Junho desse mesmo ano, elevou a então vila de Guimarães a cidade. Em 1884, foi o espaço escolhido para a realização da I Exposição Industrial e Comercial de Guimarães. Posteriormente, em 1976, foi adquirido pelo município de Guimarães e serviu como local para albergar o Pólo de Guimarães da Universidade do Minho e para aulas de formação profissional. Os jardins de buxo do Palácio Vila Flor com uma vista privilegiada sobre a cidade de Guimarães e os seus monumentos, já foram também local de realização de importantes eventos, como os festejos comemorativos da aclamação do rei D. José I, em 1750. O Centro Cultural Vila Flor é, actualmente, um espaço de referência no panorama cultural nacional, pretendendo a sua programação ser multidisciplinar, potenciando a formação de novos públicos com um eminente sentido estético e artístico.
 
 
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